Digamos que nesse exato momento os olhos do mundo e das religiões estivessem voltados para esta parábola. Queridos eu penso que se isto estivesse acontecendo, a interpretação desta parábola (Lc 15.11-32) focando somente a figura de Deus como Pai seria assim:
ü Esse pai parecia ser irresponsável ou disciplinador (vs 12)
ü Esse pai parecia mimar demais suas crianças que ele chamava de filho(vs 17)
ü Esse pai parecia não ser firme em suas convicções (vs 18-20)
ü Esse pai parecia estar sendo precipitado em acreditar que seu filho estava arrependido, mostrando que ele era um pai pouco zeloso (vs 22-24)
ü Esse pai parecia ter predileção pelo filho mais velho (vs 25-30)
ü Esse pai parecia sempre ter uma desculpa pronta pela sua má paternidade e criação de filhos (vs 31,32)




