quarta-feira, 11 de março de 2015

Saulo de Tarso, um padrão de conversão genuína

(At 9.1-9)Saulo, Saulo, talvez este seja o homem mais conhecido como representante do cristianismo, além de ser um nome de fundamental importância para a história da igreja. Seu nome Sha’ul (pedido de Deus) em aramaico na comunidade judaica em Jerusalém, e Paulo (pequeno), a forma romana de seu nome, ecoam nos livros de teologia e também de filosofia. Nasceu na cidade de Tarso da Cilícia (atual Turquia), porém foi criado em Jerusalém. É o homem que mais escreveu sobre doutrina no Novo Testamento: treze cartas são de sua autoria. Paulo foi o primeiro teólogo da igreja e foi chamado por alguns de seu segundo fundador. Era filho de judeus, da tribo de Benjamin e como era o costume foi circuncidado ao oitavo dia. Também cresceu seguindo a mais perfeita tradição judaica farisaica, e ainda possuía cidadania romana. (Filipenses 3:5).

Tinha uma irmã e um sobrinho que moravam em Jerusalém. (Atos 23:16). Sua educação preliminar foi doméstica tendo seu pai como tutor. Contudo, aos seis anos Paulo foi á escola na sinagoga para ser educado na Torá e no hebraico. Em Jerusalém foi educado aos pés de Gamaliel, neto de Hilel, que era considerado um rabino moderado. Tornou-se fariseu, ou seja, especialista rigoroso e irrepreensível no cumprimento de toda a Lei e seus pormenores (Atos 22.3). Ao que parece com 30 anos se tornou membro do sinédrio, o mesmo que condenou Jesus a morte (At 26.10). Sua profissão era artesão, fabricante de tendas. (Atos 18:3). Possivelmente Paulo foi casado, mas não temos certeza disso.

Fato é que este homem, culto, zeloso de sua religião e de seus costumes surge para a história diante da grande perseguição a igreja que foi imposta de modo injusto e implacável pelas autoridades judaicas e romanas sob as vistas de satanás. Saulo emerge no cenário bíblico diante da morte do diácono Estevão, um mártir, que foi executado sumariamente por apedrejamento aviltado por um sinédrio corrupto do qual Saulo Fazia parte. Saulo permitiu por voto a morte deste homem, e ainda guardou as capas das testemunhas que o apedrejaram. Saulo era um animal feroz que assolava a igreja, que açoitava os santos de Deus, que entrava nas casas para prender os servos de Jesus Cristo, e ainda os fazia blasfemar de Deus. (At 7.58; 8.1-3; At 26.11).

Diz-nos a Bíblia em (At 9) que este incansável inimigo da igreja, não se contentando em atuar sob o domínio do Sinédrio em Jerusalém, pede autorização do Sumo Sacerdote para conseguir apoio das sinagogas de Damasco (Síria) que estavam sob o domínio dos Nabateus, pois sua intenção era perseguir e prender os cristãos que fugiram diante da grande perseguição a igreja em Jerusalém. (At 9.1-2). Ainda sob os efeitos da morte de Estevão e de seu ódio mortal, este implacável, feroz e indomável perseguidor agora pretende expandir a perseguição e o morticínio de cristãos indefesos.
Um historiador chamado Arrington, escreveu que: “Damasco representava muito mais para Saulo, que outra parada em sua campanha de repreensão. Era o ponto central da vasta cadeia comercial com extenso comércio de linhas de caravana alcançando do norte da Síria, Mesopotâmia, Anatólia, Pérsia e Arábia. Se o “novo caminho” do cristianismo florescesse em Damasco logo chegaria a todos estes lugares. Do ponto de vista do Sinédrio e de Saulo, o cristianismo tinha de ser detido em Damasco”.
No entanto, o que Paulo não sabia, por experiência, é que o Deus de seus pais e de sua religião sempre foi um Deus de graça, soberano, pessoal, zeloso, e que ama os seus filhos a pretexto de qualquer circunstância. 

Talvez Paulo tenha se esquecido do que leu na lei, nos profetas e nos salmos: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel. Porque eu, o SENHOR, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o SENHOR, e o teu Redentor é o Santo de Israel”. “Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o SENHOR: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”. “Rendei graças ao Senhor porque ele é bom e a sua misericórdia dura para sempre” “Porque a tua graça é melhor do que a vida; os meus lábios te louvam. Bendito seja Deus, que não me rejeita a oração, nem aparta de mim a sua graça”.

O Deus misericordioso e bom, cheio de graça e de verdade, presciente e soberano em todos os seus planos resolveu interromper inesperadamente aquela comitiva liderada por Paulo para manifestar a sua graça e estender a sua misericórdia a um homem digno do pior tipo de morte. Deus desejava Saulo de todo seu coração. Deus queria o coração de Saulo voltado para ele a fim de ser um instrumento escolhido para levar o seu nome entre os gentios. Os cristãos o temiam, Deus o amava. Os cristãos fugiram dele, mas Deus queria encontrá-lo. Os cristãos testemunharam suas atrocidades, Deus o chamava para testemunhar. Os cristãos o elegeram como o mais feroz perseguidor, Deus o elegia segundo sua graça para a sua salvação pessoal e de muitos.

Amados a conversão de Paulo no caminho de Damasco foi dramática, foi repentina, mas foi completa. A experiência de conversão de Paulo foi marcante e o levou a diversos extremos. De perseguidor, passou a ser perseguido, de feroz fariseu passou a ser verdadeiro apóstolo. De odiento á causa de Cristo, se tornou um dos mais apaixonados discípulos de Cristo. A conversão de Paulo foi pessoal, seu arrependimento e fé foram evidenciados à medida que ele viu e ouviu perfeitamente o que Jesus lhe pedia, e obedeceu. A ordem que recebeu mudou o curso de seus planos, pois agora sua viagem foi interrompida repentinamente pelo Deus de sua vida, e sua rota precisa ser corrigida por um Messias que ele até então não cria. Sabe irmãos, a experiência de Paulo foi uma total demonstração da graça de Deus. “Calvino fala que a graça de Deus é vista não apenas em um lobo tão cruel sendo transformado em ovelha, mas também em ele assumir o caráter de um pastor”. O próprio Paulo reconhece isso em seus escritos ao falar de sua conversão:

“Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim, para que eu o pregasse entre os gentios, sem detença, não consultei carne e sangue” (Gl 1.15-16)
“Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo”.(1Co 15.10)

Será que a experiência de Saulo pode servir como um padrão genuíno de conversão? Um padrão para as conversões de hoje em dia? Já que vivemos num tempo de relativismos, apostasia, esfriamento espiritual, e testemunhos que não honram o Filho de Deus?

Eu creio que sim! É verdade que não tivemos uma experiência na estrada de Damasco, não fomos surpreendidos por eventos sobrenaturais (luz, voz e queda), como também não podemos garantir a aparição de um Jesus ressurreto e um chamado para sermos apóstolos como no caso de Paulo. Mas, o fato é que a sua conversão nos ensina muito sobre um padrão de conversão genuína. Padrão este que baseado nas Escrituras torna-se inequívoco as suas provas e seus frutos diante da sociedade e do mundo.

A conversão genuína é uma mudança de rumo

(At 9.3) Seguindo ele estrada fora, ao aproximar-se de Damasco...

segundo (Ef 2) Estávamos seguindo neste mundo uma viagem de delitos e pecados, e portanto diante de Deus estávamos mortos neles. Andávamos segundo o príncipe da postestade do ar, éramos desobedientes a Deus, fazíamos o que a nossa carne ordenava, éramos considerados filhos da ira, sem Cristo, separados da comunidade de Israel, estranhos ás alianças da promessa, sem esperança e sem Deus no mundo. Mas Deus sendo rico em misericórdia nos ressuscitou em Cristo e nos deu vida juntamente com Cristo nos fez assentar nos lugares celestiais. Por sua graça fomos salvos.
Queridos, conversão genuína é mudança de rumo. Deus nos tira do caminho de perdição, do caminho que nos levaria ao inferno e a morte eterna e nos coloca no caminho que nos leva ao céu nos posicionando em Cristo como lugar de vida e vida em abundância. Ele nos tira da morte para vida.  Nos vivifica espiritualmente pra vivermos sua vida em nós.

“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte”. (Pv 14.12)


A conversão genuína é luz que resplandece nas trevas

(At 9.3)  ...subitamente uma luz do céu brilhou ao seu redor

Por volta do meio dia uma luz brilhou para Paulo, segundo ele mesmo, uma luz mais resplandecente que o próprio sol escaldante da síria. (At 26.13). Na realidade o sol da justiça brilhou para Paulo. E na hora certa brilhou para nós também, e brilhará para ti ó inconverso pecador.  Jesus é a luz, em Daniel 2 diz que com ele mora a luz. Em Habacuque 3 diz que o seu resplendor é como luz, raios brilham da sua mão e ali está velado o seu poder. Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o SENHOR, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas. (Sl 18.28). João nos revelou em (Jo 1.4-5) A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.

Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado. (1Jo 1.7)

Quem está na luz está em ampla comunhão com Deus e com seus irmãos, e isso lhes faz ter a certeza de seus pecados serem purificados, de maneira que ele ama os irmãos e não mais deseja pecar, pois o poder do pecado foi aniquilado na cruz, e a culpa do pecado foi perdoada. Pedro nos diz que fomos chamados para proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Quem está na luz resplandece o brilho do Evangelho a todos ao seu redor, pois quem está na luz é um missionário em potencial. Quem está na luz rejeita as obras das trevas por que sabe que a ira de Deus vem sobre essas coisas. Quem está na luz anda como filho da luz, produzindo o fruto da luz que é bondade, justiça e verdade. Provando assim do que sempre é agradável ao Senhor (Ef 5.3-13)

A conversão genuína é uma total rendição do ser

(At 9.4) e, caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, porque me persegues?

Durante sua viagem de motivação anticristã que levaria cerca de uma semana percorrendo em torno de 240 quilômetros, eu penso que Paulo estava tendo bastante tempo pra refletir sobre suas ações e seus objetivos. Paulo condenou Estevão por pensar que ele era um apóstata condenado ao inferno. Paulo considerava os cristãos como inimigos por pregarem um Messias falsificado. Suas ações anticristãs pareciam não ter fim nem limites. Pensava ele estar fazendo um bem a sua religião e ao seu povo. Mas, depois de seus olhos contemplarem uma luz reluzente, agora ele cai do cavalo, prostra-se e ouve uma voz. 

Ouça queridos, Abraão se prostrou para que Deus não destruísse a cidade de seu sobrinho. Moisés prostrado buscou a Deus para que ele não destruísse o seu povo. Davi prostrou-se certa vez para se arrepender ao saber que seu filho fruto do seu pecado adoeceu gravemente. Salomão prostrou-se certa vez ao contemplar a glória de Deus no templo. Mais agora Deus faz Paulo prostrar-se para ouvir sua voz, a voz do Deus dos cristãos, questionando sua conduta e sua crença. Saulo, Saulo, porque me persegues? Porque você luta contra mim pensando que está me servindo? Porque você maltrata meus filhos? Quem atenta contra eles, atenta contra mim, Saulo? Renda-se Saulo, eu sou um Deus pessoal que lhe chamo pelo nome. Renda-se, quebrante-se perante mim, humilhe-se, reconheça seu pecado Saulo. Reconheça seu orgulho Saulo, reconheça sua vaidade espiritual e renda-se já. Dobre seu coração perante mim, e volte-se para mim.

A Bíblia diz que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor!
Paulo teve que se render a voz de Jesus, mas não somente se render a sua voz, mas render seu corpo, sua mente, seu coração, e toda a sua vida.

A conversão genuína é a revelação do Filho em nós

(At 9.5) Ele perguntou: Quem és tu, Senhor? E a resposta foi: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.

Paulo defendia zelosamente sua religião, e não aceitava a mensagem de que Jesus era o Messias, o Filho de Deus, por isso o sinédrio condenou Estevão como blasfemador. Essa mensagem ameaçava a verdadeira religião, o judaísmo, por isso destruir o Cristianismo passou a ser sua bandeira. Paulo não conhecia Jesus! Tinha consciência de que algum ser celestial lhe visitara, assim como havia narrativas semelhantes no A.T, mas não sabia da identidade do visitante. Como ele iria obedecer um Deus desconhecido? Para que ele entendesse melhor quem era o Jesus que ele perseguia, ele ouve: “Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões”. Os bois nesse tempo eram usados para arar a terra, ao moverem-se davam coices para trás, por isso através de pontas metálicas agudas no madeiramento do arado e de um aguilhão na mão do arador infligia-se um cruel sofrimento ao boi rebelde para que ele obedecesse. Desta forma o Filho de Deus estava se revelando a Paulo e em Paulo.

Paulo deixe de ser um boi rebelde, e contemple o seu ressurreto e glorificado Deus. Eu sou o Deus vivo e verdadeiro que me revelo a ti, e não um impostor que foi crucificado, você se enganou Paulo. O seu zelo religioso não me agrada, mas sacrifícios agradáveis a mim são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, esse eu não vou desprezar, Paulo.

A genuína conversão envolve uma revelação pessoal do próprio Deus. Note que Cristo se revelou a Paulo com um nome humano tão odiado por Paulo. Ele não disse: “eu sou o Filho de Deus” ou o “Messias”, “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores”, mas simplesmente, Jesus. Posteriormente, lá em (Gl 1.15-16; 11-12), Paulo reconhece que aprouve a Deus por sua graça revelar seu Filho nele, e que o evangelho por ele pregado, ele não o recebeu de homem algum, mas sim mediante a revelação de Jesus Cristo.

A conversão genuína é obediência irrestrita a um chamado

(At 9.6) mas levanta-te e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer.

Mediante esta revelação de um Deus pessoal, Paulo pergunta: O que farei Senhor? (At 22.10). Sua pergunta nos revela que houve em Paulo uma entrega incondicional ao Cristo glorificado que o apareceu, mas também revelam seu caráter enérgico, pois estava sempre pronto para o serviço.
O que fazer? Submeta-se a voz, a visão, a direção e a vontade de Cristo. Paulo pensava que sabia o que estava fazendo, mais não tinha noção nem de quem era, nem para onde estava indo, muito menos o que fazia. Paulo pensava que estava espiritualmente realizado com sua posição e seus feitos. Mas, ao levantar-se de sua queda sua vida espiritual jamais seria a mesma. Sua posição seria trocada, sua missão anunciada, e sua vida completamente transformada. Sua obediência ao chamado o transformou no apóstolo dos gentios. (At 9.15.16)

A conversão genuína é transformação regeneradora

(At 9.8) Então, se levantou Saulo da terra e,...

Caíra por terra como judeu orgulhoso e cruel. Levantou-se como crente humilhado e quebrantado. Num só momento, Cristo o transformara de feroz fariseu em verdadeiro discípulo. Agora era uma nova criatura. Morrera Saulo, o fariseu; ressucitara Paulo, o apóstolo. Paulo agora é um crente regenerado. A regeneração é o ato interior da conversão. Ela é sobrenatural, pois não pode ser produzida por homem algum, pois é obra divina. Ela é produzida pelo Espírito de Deus que usa como agente a instrumentalidade da Palavra ao convencer os pecadores de seu pecado e de seu juízo. Os frutos da regeneração devem evidenciar o andar em novidade de vida. Uma vida bem distinta da anterior.  

A conversão genuína nos leva a prática devocional

(At 9.8-9)... E, abrindo os olhos, nada podia ver. E guiando-o pela mão, levaram-no para Damasco. Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu, nem bebeu.

A luz celestial temporariamente cegou a Paulo. Foi providencial, dando a Saulo tempo para meditar sobre sua nova experiência. Durante três dias em jejum, Paulo dedicou-se a oração. E quando recobrou a vista por intervenção de Ananias em Damasco, ainda ficou três anos em treinamento intensivo com Deus na Arábia, antes de começar a pregar que Jesus, era o Cristo, o Filho de Deus (Gl 1.17-18). Ananias o recebe como irmão (At 9.17). O aparecimento de Cristo mudou tudo para Saulo. Agora ele é um genuíno Filho de Deus pela fé. Precisava de tempo e silêncio para se ajustar a mudança. Seus olhos foram vendados a fim de que os olhos espirituais se acostumassem á uma nova luz recebida em sua alma. Nós éramos cegos e agora vimos à luz. Quem estava em trevas viu uma grande luz. E quem está na luz, mantém a luz acesa. A chama não pode se apagar. Portanto, sua vida devocional deve ser edificada.

A verdadeira conversão dá segurança ao homem, mas não lhe permite cessar de vigiar. (Charles Haddon Spurgeon)

Depois de cerca de um ano da morte de Estevão, Saulo se converte. O que ele fez para merecer a salvação? Nada. Pela sua nova experiência agora podia dizer com autoridade: Pela graça somos salvos.

A conversão genuína é uma mudança de rumo; A conversão genuína é luz que resplandece nas trevas; A conversão genuína é uma total rendição do ser; A conversão genuína é a revelação do Filho em nós; A conversão genuína é obediência irrestrita a um chamado; A conversão genuína é transformação regeneradora; A conversão genuína nos leva a prática devocional.

Não existe conversão genuína sem que haja mudanças de comportamento e de relacionamento para com Deus, com a igreja e com o mundo. Ensinemos essa verdade tão importante e tão ausente nas pregações evangélicas de hoje. Deus trata com os indivíduos de diferentes modos, pois é livre e soberano em suas operações. A questão não é como alguém foi convertido, e sim, se realmente recebeu a Cristo, pois sabemos que pelos frutos conhecemos as árvores. O Apóstolo Paulo: a graça de Deus o capturou, iluminou seu coração e o inundou com fé e amor. Que assim seja com todos!

Bendito seja o Evangelho,

Pr. Flavio Muniz




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Conteúdo de qualidade

Palavra de Nova Vida - Pr. Flavio Muniz

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...